O futuro é feminino

PARTICIPANTES DA LIVE (27/10, terça-feira, ÀS 19h)

Karen Novaes

Profissional trilíngue de recursos humanos com experiência de trabalho em uma ampla gama de indústrias, no Brasil e na América Latina. Há 2 anos, faz parte da área de recursos humanos do Google onde é responsável por aquisição de talentos, treinamento, integração, além de liderar iniciativas de diversidade e inclusão, em toda a America Latina.

deborah de mari

Fundadora da Força Meninas com o apoio de um time multidisciplinar sintetizou a problemática que afeta o desenvolvimento do potencial das meninas. Há 4 anos, cria iniciativas que endereçam estes fatores e atua fortemente com o objetivo de diminuir a desigualdade de gênero no Brasil e no Mundo.

mariana bigolin

É uma superatleta de competições nas áreas das ciências exatas. Já conquistou 34 medalhas de ouro, prata e bronze em olimpíadas de matemática, astronomia, física, informática e química. Foi vencedora na categoria Pioneira do Prêmio Mude O Mundo Como Uma Menina, sendo uma das fundadoras do projeto Meninas Olímpicas.

Saiba mais sobre este tema assistindo nosso bate-papo com especialistas e meninas inspiradoras

O Futuro é feminino: como despertar o interesse em mais meninas nas áreas de Tecnologia e Ciências?

O termo em inglês STEM, retrata as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Justamente nos assuntos mais empolgantes e inovadores, as mulheres possuem baixa presença e são pouco representadas. Segundo a Onu Mulheres em universidades, as mulheres representam apenas 35% dos alunos matriculados nesses campos.

Essa baixa presença tem diversos fatores envolvidos. Na infância, certas matérias, como as que envolvem cálculos acabam sendo associadas com meninos. Em lojas de brinquedos, kits de cientistas são tipicamente encontrados na seção para garotos. Na transição da infância para a adolescência, as meninas também sofrem com a perda de autoestima.

Como Baobá – Fundo para Equidade Racial – expressou, “existe uma naturalização das desigualdades de oportunidades”. Mesmo quando as mulheres conseguem conquistar um espaço para si, a chance dela acabar desistindo por causa de desencorajamento e julgamentos é alta.

Como solucionar esse problema de falta de representatividade? Como podemos garantir que no presente e no futuro, as meninas ocupem espaços de inovação e criação? Como encorajar meninas a pensarem em estudar nas áreas de STEM?

Saiba mais sobre este tema assistindo nosso bate-papo com especialistas e meninas inspiradoras